Al Berto veio a falecer prematuramente em 1997, pelo que a edição da sua voz em disco constituiu, por parte dos amigos mais próximos, uma merecida homenagem e o reparar de uma falta – por tratar-se de um escritor de certo modo na linhagem dos primevos bardos. (…) Constitui uma antologia pessoal e que se encontra transcrito na íntegra no desdobrável que acompanha o disco…

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Casa Fernando Pessoa, 1995, Junho 1
1 / no centro da cidade um grito / 1:09
2 / DIA DA CRIAÇÃO DA NOITE POR CARLOS NOGUEIRA / 1:06
3 / eras novo ainda / 0:51
4 / escrevo-te a sentir tudo isto… / 1:01
5 / OFÍCIO DE AMAR / 0:50
6 / queria ser marinheiro correr mundo / 1:22
7 / às vezes… quando acordava / 1:08
8 / há-de flutuar uma cidade no crepúsculo da vida / 1:21
9 / se um dia a juventude voltasse / 1:20
10 / JAULA DE NÉON / 1:28
11 / NOITE DE LISBOA COM AUTO-RETRATO E SOMBRA DE IAN CURTIS / 1:41
12 / CESARINY E O RETRATO ROTATIVO DE GENET EM LISBOA / 1:20
13 / ESTILHAÇOS / PEDRO CASQUEIRO / 0:48
14 / mais nada se move em cima do papel / 0:51
15 / dizem que a paixão o conheceu / 0:45
16 / o sono retirou-se dele com o avançar da idade / 1:05
17 / os dias sem ninguém / 1:00
18 / a fera há-de chegar com a loucura dos sentidos / 0:46
19 / OS AMIGOS / 1:07
20 / De repente, o caixão estremece. Uma sombra… / 4:25
Salão Nobre dos Paços do Concelho, 1996, Maio 25
21 / PREFÁCIO PARA UM LIVRO DE POEMAS / 3:18
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